Governadora participa de reunião com Dilma Rousseff em Brasília

Governadora-Suely-Campos1A governadora Suely Campos (PP) confirmou nesta terça-feira, 28, que vai participar do encontro com a presidente Dilma Rousseff, marcado para esta quinta-feira, dia 30, às 16h, no Palácio do Planalto, em Brasília. A Reunião dos Governadores foi convocada pela presidente Dilma para discutir a governabilidade, a responsabilidade fiscal e a colaboração federativa.

Suely Campos quer aproveitar o encontro para falar de temas regionais, como o financiamento para a saúde e a educação, o Fundo Amazônia e a compensação financeira pela preservação da floresta, temas que foram tratados na semana passada no Fórum de Governadores da Amazônia Legal, na capital do Amazonas.

A expectativa é que a Carta de Manaus, o documento que resume as propostas do bloco amazônico, seja entregue à presidente durante a reunião, assim como a Carta de Cuiabá, que também foi subscrita pelos governadores da Amazônia, no mês de maio.

Sobre as questões locais, a governadora está elaborando uma carta contextualizando a problemática de Roraima e propondo soluções que precisam do apoio do governo federal.

São três os principais temas diretamente relacionados ao desenvolvimento econômico e social de Roraima. O primeiro é o Linhão de Tucuruí, cujas obras estão paradas porque a Funai não deu o termo de anuência para que rede de transmissão cruze a terra indígena Waimiri-Atroari, no Sul do Estado.

O segundo ponto a ser defendido pela governadora Suely Campos é a criação do Parque Nacional do Lavrado fora das áreas produtivas do Estado, para, finalmente, consolidar o processo de transferência das terras da União para Roraima.

O terceiro item da pauta é a construção de uma aduana brasileira no Porto de La Guanta, na Venezuela, para facilitar o escoamento da produção roraimense no comércio exterior, utilizando o mar do Caribe, sobretudo para a Ásia. “La Guanta está a apenas dois dias de distância do Canal do Panamá. A construção de uma aduana brasileira ali representa um grande avanço para a logística de escoamento da produção de Roraima e dos estados da Amazônia Legal”, afirmou.

Ela explicou que essa parceria entre os países é comum citou que o Paraguai tem aduana no Porto de Paranaguá, no Paraná, mas para que Roraima possa ter essa saída para o mar, é preciso que o governo brasileiro promova entendimento diplomático com a Venezuela.

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